sábado, 28 de janeiro de 2012

Quando eu era criança, e somos quatro irmãos (e não "em" quatro, hem! rrrss), de noite, à mesa de jantar, minha mãe, que conhecia a minha verve, incentivava que eu contasse as experiências do meu dia na escola, e mesmo no trajeto de ida e volta. Eu adorava isso, e acreditem, improvisava pequenas crônicas humorísticas, que faziam enorme sucesso, principalmente com ela mesma, minha mãe, cuja gargalhada me recompensava. Agora vejo que perdi muito tempo sem escrever, pela necessidade de ganhar a vida com as artes plásticas. Mas, para não perder o foco, devo ressaltar que o mérito estava todo nela, na atitude avançada de nossa mãe. Imaginem, uma mãe que se divertia e incentivava à mesa as narrativas reais de uma criança de oito, nove anos, com o risco do ciúmes que produzia nas outras!... (Guilherme de Faria)

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