domingo, 19 de fevereiro de 2012
Sempre me impressionou o fato dos sonhos se evaporarem de manhã ao acordar, e sumirem completamente. Entretanto tive dois sonhos extremamente reais e magníficos, dos quais nunca me esqueci nem dos mínimos detalhes. Ambos aconteceram no ano de 1977 e marcaram a minha vida de maneira profunda. Eram tão nítidos que ao despertar não os senti como sonhos pois a realidade circundante não era mais acurada que eles. Percebi que tinham sido "reminicênciais" espirituais (no sentido platônico) de outras vidas. Não preciso dizer que ambos diziam respeito à minha anima, isto é, a Alma Welt, que no entanto eu iria nominar e conhecer como grande poetisa gaúcha (!!!), prosadora e pensadora profunda, vinte e quatro anos depois, em 2001. Desde então ela não pára de me "enviar" seus textos diariamente... (Guilherme de Faria)
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