sábado, 31 de maio de 2014

Não tenho propriamente pesadelos. Tenho sonhos patéticos, que começam encantadores e terminam em frustração e quase cômicos. Acordo para fugir deles quando começam a derrapar, e uma vez acordado, ao me lembrar, sorrio de sua tragicomédia de detalhes tão realistas e engenhosos, terminando em fracasso. Sintomáticos de minha vida? Certamente. Reconheço que falhei em tudo, menos na Arte em si, pois fiz e faço o que realmente posso... (de uma imaginária entrevista com Guilherme de Faria)

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