"A vida sempre me pareceu uma série de paradoxos. Por exemplo: Apesar de viver quase sempre duro, nunca pintei, desenhei, gravei ou escrevi para vender, e gostaria de ficar com as minhas obras para curti-las. Entretanto, toda vez que vendia alguma obra, me espantava: "Hoje dei sorte!" Sim, porque admirar uma obra não obriga ninguém a comprá-la. Nesse sentido, devo agradecer a Deus a existência de pessoas com necessidade de posse, coisa de que nasci desprovido."
(das Memórias de Guilherme de Faria)
quarta-feira, 14 de novembro de 2018
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