"Sou um privilegiado: desde a infância dei-me um sentido de vida, que é fazer arte, ser um artista, criando obras para enaltecer o ser humano em seus termos ideais segundo uma concepção clássica que desde sempre me deslumbrou: o vitalista grego antigo ou o artista da Renascença Italiana. Absurdo em nossa época? Não, mas um projeto solitário de que não me arrependo: o sentido da vida é sempre pessoal e intransferível, cada um busque o seu... Mas ai de quem não o encontre, pois esse sim se verá num mundo desesperadamente absurdo, como um peça de mau gosto, um mesquinho e prolongado pesadelo..."
(das Memórias de Guilherme de Faria)
sábado, 10 de novembro de 2018
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