terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Posso congratular-me comigo mesmo: persegui meus sonhos de criança com persistência ímpar. Não os atingi a todos, mas o caminho que eles me fizeram percorrer revelou-se fecundo e surpreendente. Percebi que o destino é o caminho e não a chegada, que diminuiu consideravelmente de importância. Passei a vida desenhando, pintando, escrevendo, declamando e palestrando. Um entre milhares que também o fizeram. Mas não disperdicei meus dias em trabalhos inúteis ou estéreis, somente me ocupei do que amo: a sagrada Arte, que me comove e reverencio como nos primeiros dias... (Guilherme de Faria)
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