quinta-feira, 9 de março de 2017
Como já sabiam os gregos e romanos (e os antigos em geral), a alma de uma pessoa, homem ou mulher, é sempre uma mulher. É por isso que a Alma Welt, sendo minha anima viva, é profundamente feminina (coisa que eu mesmo, no todo, não o sou) a despeito de faltar nela futilidade e vaidade, coisas tipicamente femininas que no entanto ninguém até hoje cobrou ou sentiu falta nela. É curioso ver como as leitoras se identificam com ela, mesmo sem estas duas características. Talvez seja porque tais atributos negativos não sejam puramente femininos e os homens também os possuam. De qualquer modo, no terreno sublimado da poesia essas duas coisas não entrem em linha de conta senão como humor ou autocrítica... (das Memórias de Guilherme de Faria)
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