Quem como eu assiste TV a cabo pode perceber ao longo do ano e principalmente nesta época de Natal, nos inúmeros programas de "investigação histórica " do que eles chamam de "o Cristo real" , a verdadeira campanha insidiosa e sub-reptícia de desconstruir a figura divina de Cristo, descrevendo-o como um revolucionário progressista popular, buscando mudar suas fontes e demolindo "cientificamente" datas e mistérios. Isso faz parte da estratégia globalista de esvaziar o próprio sentido fundamental da religião Católica e mesmo de todas as outras vertentes do Cristianismo, inclusive as protestantes. O cristianismo todo se baseia no fato de que Jesus Cristo é Deus encarnado, isto é, Deus que se fez homem, e portanto a Segunda Pessoa da Trindade. Sem esse dogma fundante não existe a Igreja Católica e nem sequer o cristianismo. Os programas de "investigação arqueológica" do cristianismo são insinuantes e capciosas tentativas de destruir o conceito de divindade de Jesus, e consequentemente da existência do próprio Deus. Isso faz parte de uma corrente materialista de pensamento que invadiu o Vaticano e corrói por dentro o Catolicismo para reduzi-lo a uma expressão revolucionária, na verdade puro marxismo disfarçado. Essa corrente se chama Teologia da Libertação e é apoiada disfarçadamente pelos globalistas, corrente mundial empenhada em destruir o cristianismo, e implantar um governo mundial socialista ateu acima das soberanias das nações, que passarão praticamente a não existir num futuro próximo.
Não, Cristo não foi um revolucionário mas a realização de uma profecia da religião judaica, da vinda do Messias, da qual ele nunca se afastou, apenas corrigindo os seus desvios numa época de decadência, reafirmando acima de tudo o Primeiro Mandamento: "Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo".
Essa intenção programática de esvaziar todo sentido místico e sagrado das religiões, só interessa aos socialistas/comunistas, que para isso até mesmo se aliam contraditória e provisoriamente ao islã, sem perceberem que futuramente serão engolidos por ele em sua natureza teocrática indebelável.
Não, Cristo não foi um revolucionário mas a realização de uma profecia da religião judaica, da vinda do Messias, da qual ele nunca se afastou, apenas corrigindo os seus desvios numa época de decadência, reafirmando acima de tudo o Primeiro Mandamento: "Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo".
Essa intenção programática de esvaziar todo sentido místico e sagrado das religiões, só interessa aos socialistas/comunistas, que para isso até mesmo se aliam contraditória e provisoriamente ao islã, sem perceberem que futuramente serão engolidos por ele em sua natureza teocrática indebelável.
Sim, é verdade: vivemos numa época de ascensão do Anti-Cristo, e isso não é mera "teoria da conspiração", folclore ou superstição. Só podemos nos consolar com a ideia de que a Fé do povo é indestrutível e faz parte de sua natureza, não por ignorância e ingenuidade mas pela busca humilde de um sentido de transcendência, e portanto baseada no que o povo tem de melhor.
(Guilherme de Faria)
(Guilherme de Faria)
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