sábado, 26 de setembro de 2015

"O público das Artes Plásticas no Brasil me parece que vai muito bem, porque perdeu os preconceitos. Ninguém parece estranhar que eu venha pintando há duas décadas paisagens românticas com ou sem figuras, num estilo aproximado do século XIX europeu. Ninguém ainda, com desdém me chamou de "acadêmico". Mas porquê o venho fazendo? Certamente por coerência com meu temperamento, embora eu goste e respeite muitos abstratos e até contemporâneos. Chego a admirar alguns grafiteiros, pelo seu enorme talento plástico e criatividade figurativa. Quanto a mim,vou fazendo o que posso, o que sai de mim. Tudo pode acontecer..." (Memórias de Guilherme de Faria)

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