sábado, 26 de setembro de 2015

"Quando criança, vendo as ilustrações de Gustave Doré para os grandes clássicos, na biblioteca de meu pai, houve um momento, talvez apenas infantil, em que me pareceu que não existia coisa mais importante no mundo do que aquilo: desenhar o mundo, ou pintá-lo. Estranhamente, esse momento interior não passou até hoje. Sim, toda arte parte de um sonho infantil persistente, ingenuo, poderoso..." (das Memórias de Guilherme de Faria)

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